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Casas Verdura

“Minha Casa, Meu Alimento”

 

Projeto premiado no Concurso Internacional Sustainable Urban Housing em 2011 – promovido pelas Fundações Ashoka e Rockefeller, sendo aclamado por todas as Secretarias Americanas como o único Projeto Sistêmico UP-CYCLE dentre todos os enviados de 40 países, capaz de ser disseminado em todos os 32 países das Américas Sul e Central, e em todos os continentes.

 As casas-verdura são modelos universais de habitação saudável e viva, feitas com paredes estruturais com a terra local, com reaproveitamento de resíduos transformados em blocos, pisos e telhas. A cobertura, podendo ser um telhado verde ou composta por telas suspensas que funcionam como hortas. 

 

As paredes são autoportantes, feitas com terra crua apiloada dentro de fôrmas estanques, resultando uma estrutura coesa e forte, dispensando o uso do ferro e cimento. Os fechamentos, pisos, coberturas e painéis são executados com todos os tipos de resíduos (plásticos, fibras orgânicas secas, minerais, etc) amalgamados com poliuretano vegetal (originário da mamona) e transformados em materiais limpos. Estes componentes são mais resistentes e duráveis que os produtos tradicionais oferecidos no mercado.

 

A cobertura, transformada em horta, produz um micro-clima interno idealmente desejado e gera alimento para o usuário. Todo este processo construtivo está patenteado e pode ser repassado através de capacitação para as comunidades. O propósito é multiplicar estes modelos de habitação que caminham para um  patamar cíclico e constante (Lixo Zero + Arquitetura Sustentável = Energia Renovável).  Solucionam-se aqui dois graves problemas da atualidade, como o acúmulo de lixo e carência de habitação (44% da humanidade sem moradia), canalizando esforços para novas Cidades Verdes Sustentáveis.

Trata-se de um sistema cíclico extremamente atraente, reintegrando o que deixou de ser útil, recriando uma nova produtividade sensorial e gustativa, no caminho de um CONSUMO irresponsável a um patamar sócio-ambiental COM SUMO!  A moradia torna-se  auto-suficiente, alimentando seus usuários e vizinhanças. Os custos destas unidades cairão com  sua multiplicação (pois há o reuso das fôrmas das taipas e moldes dos elementos construtivos).

 O projeto tem Carta-Patente do INPI, e está registrado como Direito Autoral no CAU-SP.

 

Os EcoPontos e EcoFábricas descentralizadas reaproveitam completamente todos os resíduos locais (tecnologia Lixo Zero, similar ao utilizado na Suécia), para uso em tecnologia construtiva brasileira (Arquitetura Sustentável). O processamento destes resíduos produz Energias Renováveis (gás, eletricidade, combustível), originando verdadeiros Bairros e Cidades Verdes Sustentáveis. Em função da dimensão local, criam-se composteiras adequadas, capazes de transformar o orgânico em gás, que volta para as casas para alimentar chuveiros e fogões, com menor custo.

Todos estes processos de construção e manutenção incentivam diretamente nova criatividade rentável para as comunidades, tal como a Bioeconomia Pragmática, cíclica, contínua e ininterrupta.

O último passo será uma certificação destes produtos com o Selo Verde Genérico, garantindo a continuidade do processo e maior credibilidade para cada novo Município Verde Sustentável.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Oportunidades de inovação dentro de casa!

Todo o conceito aqui desenvolvido se aproxima da noção de saúde sistêmica na habitação, tal como uma célula mãe. A construção feita com materiais naturais como a terra crua estabelece uma sinergia fenomenológica de grande importância para todos os moradores, e todas as famílias, desde crianças recém-nascidas. A terra  tem proximidade significante com o corpo humano, é o material mais abundante na natureza, muito sensível e agradável ao tato, é o material mais inerte, cobrindo toda a superfície por onde nossos pés caminham. As paredes apiloadas com a terra crua são extremamente limpas, não permitindo aderência de nocividades. Além disso, oferecem perfeito conforto térmico e acústico.

A casa é refrescante, e também saborosa e cheirosa. A cobertura orgânica tem o tempo das estações, os frutos nascem de acordo com o clima natural.  As sementes e o cultivo das plantas são um sumo carinhoso para uma criança em fase de gestação e desenvolvimento (zero a seis anos), mostrando a nutrição como primeiro passo para uma vida saudável e cuidadosa. Tal intervenção, no início da vida, é uma semente inicial saudável, criando um impacto permanente na formação cognitiva e física do pequeno ser. É um experimento muito simples que, multiplicado assiduamente, produz milagres!

Para isso acontecer de fato, criamos o conceito lúdico de  “Minha Casa, Nosso Alimento” - uma pele viva, feita com malhas de re-usos plásticos, recobre todas as superfícies, sustentando o sistema alimentar orgânico, adequando beleza e produtividade, garantindo sombreamento e reaproveitamento máximo das águas secundárias (chuvas). É uma proteção e um estímulo ao conhecimento das crianças, interagindo com os dados da natureza - saúde, alegria, tranquilidade, aspecto lúdico vital para a vida. Recolher e reaproveitar todos os descartes, é uma lição que qualquer criança entende e apoia, visto ser transformação positiva num sistema LER (Limpar + Educar = Reconstruir), que caminha para o sistema TER (Trabalho + Emprego = Renda).

Quando miniaturizada (maior que um brinquedo Lego, menor que uma casa adulta), pode ser levada às escolas para ser perfeitamente compreendida pelas crianças – podendo eles mesmos experimentarem organicamente as coberturas com cultivos! Aqui entra a oportunidade de nossa parceria com o Instituto Meu Oceano – realizarmos unidades móveis de EcoFábricas, estacionadas em escolas capacitando os alunos no reaproveitamento dos resíduos - uma Expedição Compromisso firmada com a ONU.

Sintetizando

1.    Os resíduos orgânicos podem voltar como gás e energia para as residências;

2.    Os demais, resíduos minerais e plásticos, são transformados em elementos construtivos tipo Lego, com Manual Lúdico de Instruções de criação e execução;

3.    As espécies orgânicas cultivadas no local, ao serem alimentos nutritivos e saudáveis para a coletividade, geram ensinamentos constantes e trocas gratificantes.

 

A casa é uma produtividade garantida e pode ser qualificada com Selo Verde, tornando o Bairro Verde Sustentável modelo a ser replicado em todos os municípios. Ao mesmo tempo, ensina subliminar e visualmente toda esta educação tátil e sensível, ação criativa para toda a vida. Ensejando uma nova Idade da Terra!